Procedimentos Cirúrgicos e Tratamentos que Realizamos :

Cirurgias de Córnea e Segmento Anterior :


Calázio


Catarata por Facoemulsificação + Implante de Lente Intra-ocular 


Ceratoplastia


Correção de Miopia, Hipermetropia e Astigmatismo a Laser ( Excimer Laser ) - LASIK e PRK


Enucleação


Estrabismo


Evisceração


Glaucoma


Implante de Lente de Colágeno ( ICL )


Implante de Anel Estromal


Implante Secundário de Lente Intra-ocular


Lensectomia


Plásticas Palpebrais e de Cílios - Ectrópio, Entrópio, Ptose, Triquíase e Tumores 


Pterígio


Recobrimento Conjuntival


Reconstituição de Fundo de Saco


Simbléfaro


Sinequiálise


Sondagem Lacrimal


Sutura Circular


Transplante de Conjuntiva


Transplante de Córnea


Topoplastia 


Vitrectomia Anterior 

Cirurgias do Segmento Posterior - Retina e Vítreo :

Retinopexia com Introflexão Escleral

Vitrectomia Via Pars Plana 

Implante de Silicone Intra-vítreo

Crioretinopexia 
Tratamentos :

Aplicação de Yag Laser

Aplicação de Laser Argônio

Tratamento da Degeneração Macular relacionada à idade :

PDT ( Terapia Fotodinâmica com Verteporfirina )

TTT ( Termoterapia Transpupilar )



Calázio

É uma inflamação crônica das glândulas de Meibomius, que são glândulas sebáceas presentes nas pálpebras. Caracteriza-se pelo aparecimento de uma lesão arredondada, dura e geralmente indolor na pálpebra. Pode, no entanto, inicialmente se apresentar com dor e inflamação, e neste caso é chamado de hordéolo interno e evolui ao longo de semanas.   

Quando necessário intervenção cirúrgica, esta é simples, rápida e com anestesia local.

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Catarata 

A Catarata é a opacificação na transparência do cristalino devido à idade, o que ocorre com todos nós a partir dos 60 anos. Existem alguns fatores que provocam a manifestação mais precoce da Catarata como por exemplo a exposição aos raios solares, ondas eletromagnéticas, ultravioleta e infra-vermelho, uso prolongado de corticóides tanto sob a forma de comprimidos como de colírios, regimes alimentares rigorosos e baixa ingestão calórica. Antecedentes de cirurgias oculares, miopia elevada, diabetes e doenças caquetizantes, podem também desenvolver mais rapidamente a catarata.

Antigamente a cirurgia era muito arriscada, de execução manual bastante demorada e delicada, e por isso, o paciente necessitava permanecer  imóvel por quase 1 hora sob sedação. A anestesia era local ou geral, e o paciente permanecia internado por alguns dias.

 

Atualmente, o processo cirúrgico é realizado através de um equipamento computadorizado (facoemulsificador), que fragmenta a catarata em partículas minúsculas através do ultrassom,  aspirando-as  por um orifício minúsculo de 2 a 3 mm que se auto-adere ao término da cirurgia, não havendo portanto, a necessidade de sutura (pontos).  

 

A cirurgia dura em torno de 7 minutos, e por isso, pode ser realizada com colírio anestésico. Portanto, utilizando-se esta técnica cirúrgica, o paciente não precisa ficar internado no hospital.

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Ceratoplastia

Termo utilizado como sinônimo de  Transplante de Córnea. A ceratoplastia pode ser total (penetrante) ou parcial (lamelar). Ainda pode ser utilizado para designar a plástica das diferentes curvaturas da córnea como na Degeneração Pelúcida onde então, se faz a ceratoplastia semi-lunar.

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Correção de Miopia, Hipermetropia e Astigmatismo a Laser ( Excimer Laser ) Lasik e PRK

LASIK : A cirurgia pela técnica de Lasik consiste em mudar o formato da córnea, melhorando a maneira pela qual a luz é focada ou “refratada” pelo olho. É um procedimento ambulatorial, portanto não há necessidade de internação. Utilizamos apenas colírio anestésico.

O paciente fica deitado numa posição confortável e com os olhos abertos com o auxílio de um aparelho. Com o olho  anestesiado, não há dor, apenas uma leve pressão e a sensação de estarmos tocando seu olho. Todo o procedimento acontece muito rapidamente e após a aplicação do laser a córnea estará remodelada em menos de meio minuto.  

Não é necessário colocar curativo após o Lasik, mas sim, um oclusor (tampão) transparente cuja função será proteger seu olho de traumas nesse dia. Este oclusor será retirado por você no dia seguinte à  cirurgia pela manhã, para que inicie o uso do colírio prescrito.

Os cuidados pós-operatórios consistem  em não esfregar, tocar ou pressionar o olho para não alterar a aderência do disco corneano, pois, não existem pontos devido a capacidade de auto-colagem  da  córnea.  

 

É aconselhável repousar nesse dia para reduzir o desconforto causado pela intensidade da luz do laser e a possibilidade de dor.

Como em qualquer procedimento cirúrgico, existe o risco de infecção, embora a possibilidade desta complicação ocorrer seja muito pequena (está descrito 1 caso em cada 3000 a 5000 olhos operados). Por isso, todos os cuidados antes e durante a cirurgia são tomados visando a sua prevenção. O material cirúrgico é completamente estéril, limpo e em perfeitas condições de uso em cada procedimento. Porém, após o Lasik o paciente também deve fazer a sua parte, usando o colírio prescrito conforme orientação médica, lavando as mãos sempre antes de manipular seu olho, evitar lugares poluídos, evitar maquiagem e pintura  durante o período que estiver pingando colírio além de  cuidados de higiene habituais.

 

A visão sofre uma melhora significativa logo no dia seguinte à cirurgia podendo permanecer desfocada por alguns dias ou semanas, melhorarando gradativamente com o tempo, principalmente, nos casos de hipermetropia e elevados graus de astigmatismo.

 

PRK : A cirurgia de PRK como na técnica de Lasik, também muda  a curvatura da córnea melhorando a maneira pela qual a luz é focada ou “refratada” pelo olho. Porém, não há incisões (cortes),  a modelagem da córnea é feita através de laser ( Foto-ablação corneana ). O candidato ideal à PRK é maior de 18 anos, portador de baixa a moderada miopia. Além de ter uma córnea saudável, os pacientes não podem ter tido um aumento significativo de grau nos últimos 12 meses. Alguns pacientes sentem uma grande melhora na visão no dia seguinte. Para outros, a visão pode ficar menos nítida e flutuante por várias semanas. A maioria retorna à suas atividades normais entre 1 e 3 dias. O procedimento é ambulatorial, com colírio anestésico e dura cerca de 10 minutos.

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Enucleação

É a remoção cirúrgica completa do globo ocular. As indicações mais comuns para esse procedimento são : cegueira pós lesão penetrante, olhos cegos dolorosos que não respondem ao tratamento médico e certos tipos de tumores do olho. 

Após essa cirurgia, em momento oportuno, o paciente será encaminhado a um ocularista para a  ajustamento de uma  prótese e treinamento do seu uso.    

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Estrabismo

No tratamento do estrabismo os objetivos a serem atingidos são a recuperação da visão e o alinhamento dos olhos o mais cedo possível, visando a possibilidade de fusão motora e sensorial. Não sendo eficazes os tratamentos óptico, da ambliopia e ortóptico, a opção é cirurgia que tem como objetivos o alinhamento ocular, corrigir o torcicolo (posição viciosa da cabeça) e obter visão binocular. Portanto, o objetivo é sempre funcional e só será considerado estético quando não há possibilidade de recuperação da visão binocular, seja por baixa visão em um dos olhos ou por idade avançada. Esse procedimento cirúrgico pode ser realizado com anestesia local.  

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Evisceração

É a remoção cirúrgica da parte interna do globo ocular deixando apenas o arcabouço (esclera), músculos e nervo óptico. 

Indicado nas infecções severas intra-oculares. 

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Glaucoma

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira. É uma doença lentamente progressiva que provoca um dano característico ao nervo ópticoe causa alterações típicas no campo visual. Quando é diagnosticado no início e tratado adequadamente, a cegueira é quase sempre evitável. Entretanto, a maioria dos casos de glaucoma é assintomática até que tenha ocorrido lesão extensa e irreversível. Afeta pessoas de todas as idades, porém é mais comum após os 40 anos, em diabéticos, negros, míopes, nos que têm uma história familiar de glaucoma e nas pessoas que tiveram cirurgia anterior no olho, ou que receberam tratamento com corticóides a longo prazo.  

 

Embora não haja cura para o glaucoma, muitas vezes poderá ser controlado pela medicação, mas poderá ser também necessária a aplicação de laser ou a cirurgia convencional. O objetivo do tratamento é deter o progresso da doença ou retardá-lo bastante para manter um bom tempo de vida da visão. Isto poderá ser obtido reduzindo-se a PIO (Pressão Intra-Ocular) visando impedir a progressão da lesão do nervo óptico e a piora do campo visual.

 

Cirurgias a Laser para o glaucoma :

A cirurgia a laser pode ser indicada como tratamento primário para o glaucoma ou pode ser indicada quando a terapia medicamentosa é mal tolerada ou ineficaz para baixar a PIO. Utilizamos os lasers para executar muitos procedimentos relacionados com o tratamento do glaucoma tais como :  

  • Iridectomia periférica

  • Trabeculoplastia

  • Gonioplastia

  • Pupiloplastia

  • Sinequiálise

Todos esses procedimentos a laser são realizados em nossa clínica, no aparelho de Yag Laser, apenas com colírio anestésico. A cirurgia convencional é realizada quando as técnicas do laser não têm sucesso, quando não se tem disponível o equipamento de laser, ou quando o paciente não é um bom candidato a cirurgia a laser, por exemplo, um paciente incapaz de sentar-se quieto ou de seguir as instruções.

O procedimento é realizado em ambiente hospitalar com anestesia local.

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Implante de Lente de Colágeno ( ICL - Intraocular Contact Lenses )

Nos casos de alta miopia acima de 15 graus é possível corrigir colocando-se uma lente de contato confeccionada em colágeno dentro do olho por sobre o cristalino, para manter a acomodação (visão de perto).

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Implante de Anel Estromal

O Anel Intraestromal Corneano, conhecido como Anel de Ferrara, é uma órtese composta de 2 segmentos semi-circulares (2 microanéis), confeccionados em acrílico que é um material inerte, perfeitamente tolerado pelo organismo, não existindo portanto, chance de rejeição.  

Tem por finalidade corrigir a distorção corneana pelo aplanamento central da área cônica, possibilitando a correção ótica com óculos ou lentes de contato, e impedir ou retardar a evolução do ceratocone, que é uma doença hereditária que provoca o afinamento e a deformação progressiva da córnea. 

O implante de anel corneano, além de aplanar, regulariza a córnea, resultando na correção da deformidade e concomitante redução de miopia e astigmatismo. É indicado principalmente aos portadores de ceratocone intolerantes a lentes de contato, ou com distorções acentuadas da córnea, como ocorrem após o transplante. O ceratocone pode ser tratado com o Implante de Anel de Ferrara em até 90% dos casos, sem necessidade de Transplante de Córnea. Portanto, é uma alternativa de tratamento segura e eficaz que evita o transplante de córnea ou, nos casos mais graves, adia esse procedimento por um longo período.  

As vantagens da cirurgia do anel sobre o transplante são:

  • Rapidez na recuperação da visão

  • Ausência de rejeição

  • Facilidade de adaptação de lentes de contato, se necessário.

  • Reversibilidade

  • Retarda ou paralisa a evolução da doença, por tempo indeterminado.  

Existem outras indicações como para o tratamento de miopias moderadas e elevadas em pacientes com córneas finas e para o astigmatismo miópico elevado.

A cirurgia é realizada a nível ambulatorial com anestesia tópica, através de gotas de colírio anestésico. Na cirurgia, os anéis são implantados sob túneis abertos no interior da córnea. Depois da cicatrização, funcionam como alavancas que mantêm a forma da córnea. O tempo de cirurgia é de aproximadamente 15 minutos e após o término é aplicada uma lente de contato terapêutica como curativo, evitando-se assim que o olho seja tampado.

A recuperação da visão após a cirurgia é rápida. No dia seguinte a visão já está melhor, com estabilização a partir do terceiro mês. É normal neste período apresentar flutuações na visão.  

Existem poucas complicações tanto relacionadas com a técnica cirúrgica em si, como complicações relativas ao paciente.

Nos últimos quatro anos, cerca de 1.500 cirurgias já foram realizadas com 95% em média de sucesso nos casos operados.

 

Uma vez que esta cirurgia é reversível,  isto é, pode-se remover o anel e a córnea volta às medidas originais, os possíveis efeitos negativos podem ser evitados mudando-se o procedimento incorreto.  

Os riscos e complicações dessa cirurgia são mínimos. Como em qualquer cirurgia, pode ocorrer infecção. Neste caso, o anel deverá ser removido. Não há perigo de rejeição e a cirurgia não impede ou prejudica o transplante de córnea.

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Implante Secundário de Lente Intra Ocular

Indicado em pacientes que se submeteram à cirurgia de catarata no passado onde não foi colocada a lente intra-ocular ( cirurgia de catarata do passado ). É possível a correção completa do grau implantando-se secundariamente a lente intra-ocular.

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Lensectomia

É a cirurgia indicada em crianças que nasceram com catarata congênita e em pacientes com Síndrome de Marfan. Nestes casos, pode ou não ser colocado o cristalino artificial no ato da Lensectomia.

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Plásticas Palpebrais e de Cílios

 

a) Ectrópio  

É a posição anômala da pálpebra em que sua borda está voltada para fora (evertida), ou seja, afastada do globo ocular. É freqüente em pessoas idosas, sendo mais comum na pálpebra inferior. Pode ocorrer por enfraquecimento dos músculos e tendões da pálpebra como parte de um processo de envelhecimento,  após paralisia do nervo facial e  por tumores ou cicatrizes na pele. Ocorre a exposição da conjuntiva e da córnea e acarreta lacrimejamento e lesão, ou mesmo, úlcera de córnea.   

O tratamento é geralmente cirúrgico (encurtamento da pálpebra), a nível ambulatorial e com anestesia local.  

b) Entrópio

 

É a posição anômala da pálpebra em que a borda se encontra voltada para dentro levando os cílios a tocarem o globo ocular e lesarem a córnea. Pode ser congênito ou adquirido, sendo que a forma mais freqüente dos entrópios adquiridos é o entrópio senil.

O tratamento é cirúrgico (rotação marginal com enxerto de conjuntiva), a nível ambulatorial e com anestesia local.  

 c) Ptose É uma diminuição da fenda palpebral, geralmente provocada pela queda da pálpebra superior. Pode ocorrer em um ou em ambos os olhos. Pode  ter várias causas  como por exemplo, paralisias musculares, após traumatismo, devido a tumores da pálpebra superior e, comumente, em idosos por processo degenerativo dos músculos da pálpebra. A maioria dos casos de ptose pode ser corrigida cirurgicamente, a nível ambulatorial e com anestesia local.
d) Triquíase

É uma condição adquirida, na qual cílios previamente normais passam a nascer em direção invertida, levando a desepitelização da córnea que origina dor, podendo dar origem também a áreas opacificadas e úlceras de córnea. A triquíase é comumente desencadeada por conjuntivite, blefarite e melbonite (inflamação bilateral das glândulas de Meibomius = glândulas sebáceas presentes nas pálpebras) crônicas.

O tratamento é cirúrgico, a nível ambulatorial e com anestesia local.

e) Tumores Palpebrais  

Os mais comuns são : Calázio, Hordéolo externo e Hordéolo interno.

Temos ainda :  

  • Molusco contagioso – Infecção causada por um vírus, apresenta-se como um nódulo umbelicado, esbranquiçado e pode ou não estar associado a uma conjuntivite crônica. Geralmente não apresenta inflamação associada á area de tumefação.

  • Nevus – Lesão hiperpigmentada que tende a se tornar mais pigmentada com a idade. Pode ser uma lesão elevada com cílios crescendo através dela (intradérmicos) ou plana e bem delimitada localizada na junção entre epiderme e derme.  

  • Carcinoma de células basais – É o tumor maligno mais freqüente na espécie humana. Geralmente aparece na pálpebra inferior sob a forma de um nódulo endurecido, translúcido e brilhante. Pode conter vasos pequenos ao redor e ter bordas brilhantes. Com a progressão, pode apresentar ulceração.

  • Verruga comum – Também acomete freqüentemente as pálpebras e corresponde a uma lesão elevada de superfície áspera e grosseira. É uma lesão benigna.

  • Xantelasma – É uma doença comum que ocorre na pele da pálpebra, em geral de ambos os olhos. São tumores benignos e aparecem como manchas amareladas e rugosas (placas) logo abaixo da pele. São mais freqüentes em pessoas idosas, em mulheres, e quase sempre localizados no canto medial da pálpebra superior. A cirurgia só é indicada por razões estéticas e geralmente há recorrência.

Em todos esses  casos de remoção de tumores palpebrais, a cirurgia é realizada a nível ambulatorial e com anestesia local. Dependendo da característica do tumor, este após ser extirpado, é encaminhado para exame de anátomo-patológico.  

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Pterígio

É o crescimento de tecido triangular espesso da conjuntiva, que pode estender-se para a córnea. Se o pterígio se lança sobre o eixo visual ou causa significativo desconforto, é indicada a remoção cirúrgica que é feita em ambulatório apenas com anestesia local.  

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Recobrimento Conjuntival

Em casos de perfuração da córnea, abcesso ou úlcera que não melhoram com tratamento clínico, existe a necessidade de recobrir a córnea com a conjuntiva para apressar a cura. A esta técnica, damos o nome de Recobrimento Conjuntival que é um procedimento relativamente simples.  

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Reconstituição de Fundo de Saco

O fundo de saco é a área de encontro entre a conjuntiva bulbar (membrana fina e vascular que recobre a esclera na porção anterior do olho) e a palpebral (membrana fina e vascular que recobre a parte interna das pálpebras). Muitas vezes, devido à alguma patologia ( Síndrome de Stevens-Johnson e olho seco ) estas podem se fundir e se faz necessária a sua reconstrução (separação).  

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Simbléfaro

É uma aderência anormal entre a conjuntiva que recobre o globo ocular e a conjuntiva que recobre a pálpebra. Pode ter como causas inflamação (como por exemplo, o tracoma), traumatismo (queimaduras extensas, laceração palpebral), cirurgia prévia, algumas drogas ou doenças auto-imunes (Síndrome de Sjögren, Stevens-Johnson) .

 

A melhor forma de se evitar o simbléfaro é o uso de lentes esclerais em grandes lesões de conjuntiva, que vão  propiciar a separação das superfícies conjuntivais permitindo a cicatrização destas em separado.

Quando necessário intervenção cirúrgica, esta é realizada com anestesia local em regime ambulatorial.  

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Sinequiálise

É a cirurgia que consiste em desfazer as aderências da íris à córnea (sinéquias anteriores), da  íris ao cristalino (sinéquias posteriores) ou da íris à lente intra-ocular (em pacientes submetidos á cirurgia de catarata). Essas sinéquias, ou aderências, podem causar uma pupila fixa e irregular. O procedimento cirúrgico pode ser  realizado a laser (Yag Laser) ou em ambulatório com anestesia local.  

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Sondagem Lacrimal

Esta cirurgia é realizada na ocorrência de Epífora que é o extravazamento da lágrima para fora do olho devido a estreitamento ou obstrução em algum nível do sistema excretor. O procedimento é ambulatorial,  apenas com colírio anestésico.  

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Sutura Circular

Cirurgia indicada quando existe uma hipertropia progressiva após a antiga Ceratotomia radial (cirurgia antiga de miopia) . Muitas vezes é possível zerar o grau novamente, utilizando-se esta técnica. É feita com anestesia local em regime ambulatorial.

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Transplante de Conjuntiva

Muitos casos de pterígio podem recidivar (voltar). Nessa situação, faz-se necessário transplantar uma conjuntiva sadia no lugar da conjuntiva patológica. Esta técnica muitas vezes melhora em 100% a chance do pterígio não voltar novamente. A anestesia é local e é feita em ambulatório.   

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Transplante de Córnea

A córnea é uma película muito fina e transparente que está na parte mais anterior do nosso olho, sendo a mais importante estrutura para a perfeita visualização dos objetos e para o contato com o mundo externo.

 

Qualquer defeito na curvatura, como no Ceratocone, ou de sua transparência, como nas opacidades de córnea deixará a visão severamente comprometida.  Por isso, existe a necessidade de trocar a córnea através de uma cirurgia de Transplante de Córnea.

 

O Transplante de Córnea é uma cirurgia que se realiza desde o início do Século, porém, com uma diferença muito grande com o passado, que é a segurança e o maior domínio da técnica, principalmente depois da evolução tecnológica que desenvolveu instrumentos e fios cada vez melhores. Atualmente o transplante é muito seguro e com sucesso muito grande. A cirurgia é realizada com anestesia local, o mesmo tipo de anestesia utilizada em Odontologia, de forma que fique anestesiado somente o olho a ser operado, durante o período que está sendo realizada a operação (em torno de 1 hora). Após a cirurgia o paciente já poderá receber alta do hospital e ir repousar em seu domicílio.

 

O paciente sairá com um oclusor que deverá ser trocado diariamente por duas a três vezes até a completa cicatrização.  

A cirurgia atualmente é bastante segura, mas alguns cuidados deverão ser tomados no pós-operatório, como por exemplo : não coçar nem apertar o olho operado, evitar traumas direto sobre o olho, observar sinais e sintomas de rejeição, etc..Com o passar do tempo os cuidados vão diminuindo, porém, a cicatrização é muito lenta, podendo levar 6 meses ou até mais, por isso os cuidados se referem basicamente em não sofrer qualquer trauma direto sobre o olho.

 

Após a cirurgia de Transplante de Córnea, a visão irá melhorando lenta e progressivamente e deverá ficar melhor ainda após iniciar a retirada dos pontos que deverá acontecer após alguns meses da cirurgia.

O índice de rejeição desta cirurgia é muito pequeno e, quando acontece, todos os casos são reversíveis desde que tratados correta e precocemente.

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Topoplastia

Muitas vezes após o Transplante de Córnea resta um grau muito elevado de miopia, hipermetropia ou astigmatismo onde nenhuma outra técnica pode ser aplicada e, conseqüentemente não se pode  corrigir o grau, a não ser pela Topoplastia ou Plástica do Transplante de Córnea. É uma cirurgia ambulatorial feita com anestesia local.

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Vitrectomia Anterior

Quando existe uma turvação, hemorragia ou tração do humor vítreo, este deve ser retirado e substituído por um líquido fluido e transparente. Esta técnica necessita ser feita por um profissional competente e treinado para que não haja descolamento de retina ou então quando a Vitrectomia está associada ao descolamento de retina que esta seja novamente colada com a cirurgia.

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Retinopexia Com Introflexão Escleral

Indicada para pacientes com descolamento de retina (DR), que é a estrutura mais interna do olho, composta por várias camadas. O tratamento é cirúrgico na maioria dos casos. Na dependência da extensão ou da localização do descolamento retiniano, o paciente pode precisar de cirurgia de urgência, devendo até lá, permanecer em repouso para não aumentar a extensão da área descolada.

Antes da cirurgia, o olho afetado é dilatado ao máximo para permitir uma melhor visualização do fundo de olho. A anestesia pode ser local ou geral.

Quando a retina é posta em contato com seu tecido básico, é restaurada a função fisiológica normal. Cerca de 90 a 95% dos descolamentos da retina podem ser reinseridos e oferecer boa acuidade visual.

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Vitrectomia Via Pars Plana ( VVPP )

Indicada nos casos onde há hemorragia no vítreo (substância gelatinosa, transparente, que preenche a cavidade posterior do olho), descolamento tracional da retina e descolamento de retina com proliferação vítreo-retiniana (PVR). Os pacientes diabéticos com inadequado controle da glicose sangüínea, podem ser candidatos a esta cirurgia se não tratados a tempo. A hemorragia do vítreo resulta em visão nublada, de início súbito e perda gradual de campo visual. Na cirurgia de Vitrectomia, remove-se o vítreo sanguinolento, libera-se a tração ou removem-se as membranas. A anestesia pode ser local ou geral.

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Implante de Silicone Intra-Vitreo

Em casos de descolamento de retina complicados ou diabéticos com grandes chances de ressangramento, ao fazer a Vitrectomia Via Pars Plana (VVPP), é colocado um silicone líquido que preencherá a cavidade que antes era preenchida pelo gel vítreo.

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Crioretinopexia

É indicado nos casos de rasgaduras ou outras doenças retinianas, onde não foi possível realizar o laser.  

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Revisado em: 30 maio, 2006.